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Constroeste é condenada em R$ 110 mil por acidente

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A empresa Constroeste foi condenada a pagar uma indenização de R$ 110 mil e mais pensão para a dona de casa Eliana Araújo Bedas Macedo, que perdeu o marido, Ronaldo de Oliveira Mendes, em acidente de trânsito em maio de 2012, BR-153, em Icém. A moto em que o casal estava foi atingida por um caminhão da empresa que, segundo a defesa do casal, teria entrado imprudentemente na rodovia, sem dar chance do motociclista evitar a colisão.

Ronaldo morreu no local do acidente, Eliana foi socorrida em estado grave até o Hospital de Base de Rio Preto. Passados seis anos do acidente, ela ainda tem sequelas e vai passar por uma cirurgia plástica no rosto.

Em processo criminal, o motorista do caminhão já tinha sido condenado, mas, como ele dirigia um veículo da construtora, a empresa é apontada como corresponsável pelo acidente. No local haveria sinalização de trânsito que recomendava ao motorista parar antes de entrar na estrada.

Pela sentença, a juíza Luciana Conti Puia Todorov, da 1ª Vara Cível de Rio Preto, estabelece pensão a ser paga à mulher até a data em que o marido completaria 77 anos de idade – ele morreu aos 56 anos. O valor deve corresponder a dois terços do salário dele, que era agente policial à época do acidente.

A construtora também foi condenada a pagar todas as despesas médicas e a ressarcir a viúva pela perda da motocicleta, com cálculo feito com base na tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), aplicada também a correção monetária.

“Entendo que estes (danos morais) são incontestáveis, em razão do abalo psicológico sofrido pela autora, pela perda de seu esposo e as próprias lesões da qual foi ela vítima em razão do acidente, cuja dor e sofrimento evidenciam o dano moral indenizável, não se tratando, nem de perto, de mero aborrecimento”, diz trecho da sentença.

Para Eliana, em parte foi feita Justiça, na condenação da construtora e do motorista. “Eu ainda estou abalada. Sinto que foi feita a Justiça, mas acho que o valor da indenização ainda é insuficiente para reparar tudo que passei pela perda e pelas lesões graves que sofri. Ainda tenho que fazer uma cirurgia plástica em meu rosto”.

O advogado de Eliana, Anderson Gasparine, vai entrar com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo para solicitar aumento do valor da indenização. “Esperamos que em segunda instância a quantia seja recalculada, levando em conta o sofrimento que a mulher passou no acidente e a morte do marido”.

Outro lado

A Constroeste contestou no processo ser colocada como ré, porque alega que a responsabilidade do acidente seria do condutor do veículo, mas o recurso não foi aceito. A empresa também tentou alegar que a moto do casal estava em velocidade incompatível com a pista, mas os laudos periciais não sustentaram esta versão. A construtora também vai recorrer da decisão em segunda instância.

Fonte: Diário da Região  Todo direito reservado e responsabilidade da matéria 

 

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